
1. Exportações brasileiras crescem 6,2% e balança mantém superávit
A balança comercial brasileira encerrou julho de 2026 com superávit de US$ 7,1 bilhões, resultado de US$ 34,1 bilhões em exportações e US$ 27,1 bilhões em importações. Na comparação com julho de 2025, as exportações cresceram 6,2% e as importações avançaram 7,6%, levando a corrente de comércio a US$ 61,2 bilhões.
No acumulado de janeiro a julho, o saldo comercial chegou a US$ 49 bilhões, alta de 31,9%. A China segue como principal destino das vendas brasileiras, enquanto soja, petróleo, óleos combustíveis, celulose e carne de aves estiveram entre os produtos com maior destaque no período.
Fonte: Diário do Comércio
2. Comércio exterior da China supera US$ 686 bilhões em julho
O comércio exterior chinês movimentou US$ 686,26 bilhões em julho, crescimento de 19,2% em relação ao mesmo mês de 2025. As exportações avançaram 17,8%, enquanto as importações cresceram 21,2%, mostrando que o país continua ampliando sua presença tanto como fornecedor quanto como comprador no mercado global.
Nos primeiros sete meses do ano, as trocas comerciais da China somaram 30,13 trilhões de yuans, alta de 17,3%. O comércio também cresceu com mais de 180 países e regiões, reforçando a diversificação dos parceiros comerciais chineses.
Fonte: Comex do Brasil
Publicidade
3. Tecnologia ganha cada vez mais espaço nas exportações chinesas
A composição das exportações da China está passando por uma transformação importante. Produtos mecânicos e elétricos já representam 63,8% das vendas externas do país, enquanto setores ligados à inovação e à alta tecnologia ganham participação rapidamente.
Entre os destaques estão:
- veículos elétricos;
- baterias de lítio;
- impressoras 3D;
- robôs industriais;
- equipamentos ligados à inteligência artificial.
O movimento mostra uma China cada vez mais competitiva em produtos de maior valor agregado, deixando para trás a imagem de economia concentrada apenas em manufaturas tradicionais.
Fonte: Comex do Brasil
4. Brasil e China ampliam comércio bilateral
A China reforçou sua posição como principal parceira comercial do Brasil. Em julho, as exportações brasileiras para o mercado chinês chegaram a US$ 9,69 bilhões, alta de 23,2% em relação ao mesmo mês de 2025. Petróleo bruto, minério de ferro, soja e carnes estão entre os principais produtos enviados.
No sentido inverso, as importações brasileiras provenientes da China somaram US$ 6,21 bilhões, crescimento de 18,1%. Máquinas, equipamentos eletrônicos, veículos, insumos industriais e bens de consumo estão entre os principais produtos comprados pelo Brasil, evidenciando uma relação comercial cada vez mais ampla e estratégica. Conheça nossas soluções de importação.
Fonte: Revista Fórum
5. Itajaí segue como maior município importador do Brasil
Itajaí manteve a liderança nacional nas importações no primeiro semestre de 2026, com US$ 9,1 bilhões em compras internacionais, crescimento de 12,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O município respondeu sozinho por 6,4% de todas as importações brasileiras.
A China foi responsável por 41,6% das mercadorias importadas por empresas domiciliadas em Itajaí. A cidade segue à frente de grandes centros como Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro, reforçando sua importância como polo de comércio exterior, armazenagem, distribuição e logística internacional. Veja nossa estrutura de armazenagem.
Fonte: Comex do Brasil

